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Requintada, harmoniosa, equilibrada, a poesia de Machado de Assis ocupa uma posição singular em nossa literatura. Atravessando o período romântico e parnasiano, ele soube se manter independente em relação a modas. No fundo era um clássico, como atestam poemas como “A derradeira injúria” e “A Carolina”, dos mais belos da língua portuguesa.

 

Machado de Assis - Machado de Assis (Joaquim Maria M. de A., Rio de Janeiro, 1839-1908), poeta, romancista, contista, cronista, teatrólogo, crítico literário. De origem humilde, nasceu num morro da cidade, o do Livramento; mestiço, filho de agregados de uma quinta, o pai foi pintor de paredes; órfão de mãe muito cedo, encontrou na madrasta, a lavadeira Maria Inês, o grande arrimo de sua infância, especialmente após o falecimento do pai (1851). Foi sacristão, fez as primeiras letras em escola do bairro, exercer a função de aprendiz de tipógrafo da Imprensa Nacional (até 1858). Foi funcionário da Livraria e Tipografia Paula Brito, como revisor e caixeiro. A livraria era local de reunião de intelectuais. Nesse periodo entregou-se sofregamente à leitura das grandes obras da literatura universal. Fez os primeiros versos, iniciando a colaboração na imprensa, no periódico A Marmota Fluminense (1855-1861), além de outros, até que se ligou ao Correio Mercantil, Diário do Rio de Janeiro, Jornal das Famílias, Semana Ilustrada. Firmou-se como cronista e contista, conquistando logo público certo. Publica também poesias. Casou-se, em 1869, com D. Carolina Augusta Xavier de Novais, moça portuguesa, irmã de seu amigo, o poeta Faustino Xavier de Novais. Em 1873, foi nomeado primeiro oficial da Secretaria do Ministério da Agricultura. Em 1878-1879, passou uma temporada em Friburgo, por motivo de doença. Iniciou colaboração efetiva na Gazeta de Notícias, que manteve até 1897. Em 1884, depois de morar na Lapa e nas Laranjeiras, passou a ocupar a casa nº18 da Rua Cosme Velho, onde permaneceu até morrer. Foi oficial da Ordem da Rosa por decreto imperial, Diretor da Diretoria do Comércio e Diretor Geral da Viação. Em 1896, foi fundada a Academia Brasileira de Letras, da qual Machado foi eleito o primeiro presidente, posto em que permaneceu até a morte. Faleceu em 1908. Pela Global Editora tem publicado Melhores Contos Machado de Assis (seleção e prefácio de Domício Proença Filho), Melhores Crônicas Machado de Assis (seleção e prefácio de Salete de Almeida Cara) e Melhores Poemas Machado de Assis (seleção e prefácio de Alexei Bueno).

 

Detalhes do produto

  • Editora ‏ : ‎ Global Editora
  • 1ª edição (1 janeiro 2000)
  • Idioma ‏ : ‎ Português do Brasil
  • Capa comum ‏ : ‎ 160 páginas
  • ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8526006089
  • Dimensões ‏ : ‎ 21 x 13.8 x 1.2 cm

Melhores Poemas - Machado de Assis

SKU: 9788526006089
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