As preleções de Adorno de 1960-1961 presentes neste volume funcionam como uma crítica fundamental a Heidegger, e são consideradas o “livro que Adorno não escreveu” sobre ele. Adorno já rejeitava a ontologia fundamental de Heidegger desde a publicação de Ser e tempo, muito antes do envolvimento político de seu autor. Para Adorno, Heidegger era um pensador perigoso e seu principal antagonista intelectual. A crítica de Adorno não é uma denúncia política, mas busca demonstrar a conexão entre o conteúdo filosófico de Heidegger e suas implicações políticas.
Theodor W. Adorno (1903-1969) foi um filósofo alemão e um dos principais teóricos da cultura. Fez parte da corrente conhecida como Escola de Frankfurt, ao lado de Max Horkheimer, Walter Benjamin e Jürgen Habermas.
Rolf Tiedemann (1932-2018) foi um filósofo, filólogo e editor alemão. Foi orientando de Theodor W. Adorno e Max Horkheimer. A partir de 1959, foi pesquisador associado e, posteriormente, assistente pessoal de Adorno no Instituto de Pesquisa Social de Frankfurt. Foi o editor das obras completas de Adorno e diretor do Arquivo Theodor W. Adorno em Frankfurt.
Detalhes do produto
- Editora : Editora Unesp; 1ª Edição; 27 junho 2025
- Idioma : Português do Brasil
- Número de páginas : 556 páginas
- ISBN: 9786557112847
- Dimensões : 13.7 x 3 x 21 cm
Ontologia e dialética: (1960-1961) - Theodor W. Adorno
- Até 5 dias úteis.




































