As cadeias estão superlotadas no mundo todo, inclusive no Brasil. Apesar disso, a criminalidade violenta é hoje em dia um fenômeno comum no cotidiano das sociedades modernas. O que fazer? Superlotar as cadeias ainda mais? Construir mais prisões? Essas são as respostas dadas pelo senso comum e adotadas pelos governos. Mas a prisão vem sendo denunciada como um fracasso desde a época do seu aparecimento. Por que então persiste como a pena mais aplicada? Este livro propõe uma viagem que começa no século XVIII, quando os castigos corporais eram a forma dominante de pena, e chega até as primeiras décadas do século XXI, quando novos reformadores penais propõem a abolição da prisão (que substituiu os suplícios) como forma de punição dominante.
Luciano Oliveira é bacharel em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco e doutor, também em Sociologia, pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris. É professor aposentado de Sociologia Jurídica da Faculdade de Direito do Recife e, atualmente, professor de Direito da Universidade Católica de Pernambuco. Publicou Do nunca mais ao eterno retorno, Sua Excelência o Comissário e outros ensaios de sociologia jurídica, 10 Lições sobre Hannah Arendt e Manual de Sociologia Jurídica.
Detalhes do produto
- Editora : Editora Vozes; 1ª Edição; 1 agosto 2025
- Idioma : Português do Brasil
- Número de páginas : 136 páginas
- ISBN : 9788532671219
- Dimensões : 16 x 0.6 x 23 cm
Punição e sensibilidade moderna: Dos suplícios... - Luciano Oliveira
- Até 5 dias úteis.




































