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Um belo e comovente retrato de uma das ativistas mais brilhantes do século XX, que inspirou gerações de mulheres negras a trilhar o caminho da liberdade e da militância. Inclui uma carta inédita de Lélia Gonzalez escrita aos 18 anos e um epílogo sobre a atualidade de seu pensamento.

Cada vez mais lida, pesquisada e homenageada, Lélia Gonzalez tem se consolidado como uma referência fundamental no pensamento social brasileiro e na tradição radical negra. Diante da grandiosidade de seus feitos, é difícil não se perguntar, considerando as tantas Lélias que ficaram pelo caminho num país que lhes reservou, como dizia, a lata de lixo da sociedade brasileira: como ela conseguiu?
Em Lélia Gonzalez: um retrato, Sueli Carneiro traça um perfil biográfico que parece contar a história de muitas mulheres negras no Brasil. Filha da classe trabalhadora em Belo Horizonte e com um irmão que fez sucesso como jogador no Flamengo, viabilizando sua mudança para o Rio de Janeiro, a trajetória de Lélia é ainda mais impressionante por ser trilhada num momento em que ainda não havia ações afirmativas.
Não à toa, o engajamento de Lélia no movimento negro e feminista traduz um anseio por transformação social pautada na garantia de direitos à população negra, conferindo contornos coletivos e políticos a sua experiência ao narrá-la em público. Assim, esta obra é um convite para conhecer uma Lélia que, como canta Milton, é uma força que nos alerta e não tinha dúvidas de que merecia viver e amar como qualquer outra pessoa no planeta.

“Por sua intelectualidade e militância, Lélia já era um nome muito respeitado quando eu a conheci no início da década de 1980 ― eu candidata a vereadora, ela a deputada federal. Infelizmente não se elegeu, mas nossa dobradinha foi vitoriosa ao me pôr na Câmara de Vereadores, onde Lélia me assessorou na elaboração de agendas, projetos e ações com foco na população negra. Sempre foi uma mulher fantástica.” ― Benedita da Silva

“Conheci Lélia em São Paulo em 1978, quando foi lançado o MNU. Ela teve um papel decisivo na formulação do nome Movimento Negro Unificado, ao defender a adição da palavra ‘negro’, alegando que os aliados precisavam compreender a importância do protagonismo dos próprios negros.” ― Helio Santos.

 

SUELI CARNEIRO é escritora, ativista, filósofa e doutora em Educação pela USP, além de doutora honoris causa pela UnB. É cofundadora do Geledés ― Instituto da Mulher Negra, com vasta obra publicada ― incluindo Dispositivo de racialidade (Zahar, 2023), indicado ao Jabuti Acadêmico na categoria Filosofia ― e agraciada com diversos prêmios nacionais e internacionais.

 

Detalhes do produto

  • Editora ‏ : ‎ Zahar; 1ª Edição; 30 outubro 2024
  • Idioma ‏ : ‎ Português do Brasil
  • Número de páginas ‏ : ‎ 128 páginas
  • ISBN: ‎ 9786559791927
  • Dimensões ‏ : ‎ 14 x 1.1 x 21 cm

Lélia Gonzalez: Um retrato - Sueli Carneiro

SKU: 9786559791927
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