top of page

Como a polícia nos coloca em perigo e por que precisamos encontrar uma alternativa

Nos últimos anos, assistimos a uma explosão de protestos pelo mundo contra a brutalidade e repressão policial. Entre ativistas, jornalistas e políticos, a conversa sobre como melhorar o policiamento tem se concentrado na responsabilidade, diversidade, treinamento e melhores relações com a comunidade. Infelizmente, essas reformas não produzirão os resultados esperados. O cerne do problema deve ser abordado: a natureza do próprio policiamento moderno. A militarização na aplicação da lei e a dramática expansão do papel da polícia nos últimos 40 anos criaram uma lógica perversa que deve ser revertida.

Este livro tenta despertar a discussão pública, revelando as origens contaminadas do policiamento moderno como uma ferramenta de controle social. Mostra como a expansão da autoridade policial é inconsistente com o empoderamento das comunidades, a justiça social e até mesmo a segurança pública. Com base em pesquisas inéditas no mundo todo e cobrindo praticamente todas as áreas nesta gama cada vez mais ampla de trabalho policial, Alex Vitale demonstra como a aplicação da lei veio exacerbando os próprios problemas que deveria resolver.

Em contraste a esse cenário, há lugares onde a implementação de alternativas ao policiamento – como descriminalização, justiça restaurativa e redução de danos – levou a reduções do crime, gastos desnecessários e injustiça. A melhor solução para o policiamento ruim pode ser o fim do policiamento.

 

“Simples e direto, Alex Vitale refuta nesse livro cada uma das ideias bem intencionadas que a maioria dos especialistas em segurança pública, nos EUA como no Brasil, costuma sugerir quando se fala de combater a violência policial.”
– Fausto Salvadori é jornalista, cofundador da Ponte Jornalismo

 

“O acúmulo de fatos incisivos listado por Vitale em uma estrutura intelectual atraente torna o livro ‘O fim do policiamento’ uma leitura obrigatória para qualquer pessoa interessada em travar e vencer a luta pela justiça econômica e social.”
– Michael Hirsch, Indypendent<